Fábio Roberto Notícias // Ilhéus . Bahia

Investigador da polícia Civil é alvo de remoção arbitrária motivada por perseguição política

Servidor sofre perseguição.
Servidor sofre perseguição.

O investigador Agnaldo dos Santos Cardoso, lotado na 9° COORPIN (sede), de Jequié, foi vítima de uma remoção arbitrária promovida pela Coordenadora Regional Substituta da 9 ° COORPIN, Grazziele Quaresma Pereira, que, através de um ofício interno, tentou remover o servidor para o setor da (CICOM),situado no 19°  batalhão do município.

O pedido de remoção  infringe o Inciso II do art 19 da Lei Orgânica 11.370/2009 da Polícia Civil baiana que determina que somente o Delegado-Geral tem a competência funcional para realizar a remoção dos servidores. Ainda de acordo com a Lei Orgânica 11.370/2009. Art.79, as remoções precisam ser publicadas no Diário Oficial do Estado e os servidores que ocupam papel de dirigentes sindicais possuem “inamovibilidade sindical”, ou seja, não podem ser removidos durante o exercício do mandato.

O Presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes, destaca que o pedido de remoção foi arbitrário. O sindicalista avisa que o  SINDPOC não vai aceitar nenhum tipo de assédio moral e perseguição política aos servidores da Polícia Civil baiana. “Só quem pode remover os servidores é o Delegado-Geral e precisa  ser apresentado uma fundamentação consistente. ” Não vamos nos calar diante desse tipo de assédio que,na verdade, possui motivação política. A solicitação foi  totalmente na contramão dos princípios que regem a Lei Orgânica do Estado”, denuncia Lopes.

O servidor e diretor do SINDPOC, Agnaldo Cardoso, ressalta que após o SINDPOC ter protocolado o ofício comunicando a situação ao Delegado-Geral, Bernardino Brito, o pedido de remoção foi anulado. ” Através da atuação do sindicato o problema foi solucionado. Na cidade ocorreu o comentário de que o pedido de remoção teve motivação política” , pontua o investigador.

CONFIRA OFICIO DA REMOÇÃO


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