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Moradores reclamam de som alto e baderna na praça da Urbis

Praça passou a ser ponto de encontro para uso de drogas.

Praça passou a ser ponto de encontro para uso de drogas.

A Praça da Urbis, situada na zona sul de Ilhéus, é bem conhecida por ser ponto de encontro de famílias, amigos e por concentrar variados estabelecimentos comerciais, mas, ultimamente, o local vem oferecendo riscos aos moradores.

Durante a noite é comum encontrar jovens ouvindo música no volume máximo que começou a incomodar os moradores das casas ao redor da praça e até quem não mora tão próximo assim, está reclamando da baderna, do barulho e do lixo deixado toda noite no local. 

De acordo com uma frequentador da praça, que usou sua rede social para reclamar, a situação no local está caótica. 

“Gostaria de aproveitar este espaço democrático, para denunciar, mais uma vez, o crime ambiental provocado por som alto, na Praça da Igreja Católica. Aliás, não apenas o som alto, mas a ocupação irregular de um espaço público, um espaço que deveria ser de livre utilização de todos, mas que está sendo privatizado, sem autorização do Poder Público Municipal e, pior ainda, sem a tomada de providências no sentido de impedir os abusos. A Praça, que deveria ser de todos, foi levantado um palco, impedindo o acesso dos moradores, obrigando passarem por cima da grama (às vezes, com fezes de animais). Quanto ao som alto, algumas pessoas foram obrigadas a vender sua casas, por não suportarem mais o barulho, não poder descansar em sua própria residência, não assistir televisão, e nem dormir. A situação é grave. A Mãe de minha Sogra, com mais de 95 anos, tinha que tomar remédio para dormir, devido ao barulho. Agora, minha Sogra está sendo vítima desse crime absurdo. Ela está adoecendo, por não poderá ter um sono tranquilo. Clamo a todos vocês a se unirem nessa campanha pelo respeito ao direito ao sossego, em favor dos moradores das proximidades da Praça e em todos os lugares da Urbis”.

4 respostas para “Moradores reclamam de som alto e baderna na praça da Urbis”

  • Reinildo Vieira disse:

    Boa tarde! Trabalho no boteco da praça na praça da Urbis. O som ao vivo quando é de nossa responsabilidade nos mantemos dentro dos limites estabelecidos e autorizado junto a secretária do meio ambiente. Todo mês pagamos as taxas e solicitamos autorização para realização de som ao vivo dias de sexta sábado e domingo. Quanto ao palco ( do lado do bar ) não impede de forma alguma a mobilidade por entre a praça inclusive posso enviar fotos para comprovar o que falo. A sujeira a que se refere não é advinda dos bares pois após o o expediente todos varremos a área utilizada porém, a praça é enorme e livre para circulação e quem frequenta geralmente não recolhe o lixo descartando o mesmo em qualquer lugar da praça. Me referindo aqui somente ao boteco da praça e mineiro bar, os bares contribuem mensalmente para manter a praça limpa do mato que cresce ao redor, empregamos cerca de 20 pais de famílias que dependem da renda do bar para se manter, pagamos os impostos em dia, contribuímos para manter a praça ativa já que quando os bares fecham o consumo de drogas na praça escura se torna rotineiro. Trabalhamos juntos com a comunidade em pró de melhorar cada dias mais nossas relações e se de alguma forma estamos incomodando é o caso de nos reunirmos e ver o que pode ser feito para ambas partes ficarem satisfeitas, só discordo quando diz que um crime está sendo cometido quando na verdade somos só pais de família correndo atrás do pão de cada dia.

  • Eva disse:

    Infelizmente ñ é só a noite. TODOS os dias, independente do horário, é comum ver jovens usando drogas. E agora ficam no beco entre os caminhos 25 e 26 usando drogas e baforando maconha no rosto de quem passa. Isso aconteceu com a minha mãe, uma senhora de 70 anos…

  • Reinildo Vieira disse:

    Boa tarde! Trabalho no boteco da praça na praça da Urbis. O som ao vivo quando é de nossa responsabilidade nos mantemos dentro dos limites estabelecidos e autorizado junto a secretária do meio ambiente. Todo mês pagamos as taxas e solicitamos autorização para realização de som ao vivo dias de sexta sábado e domingo. Quanto ao palco ( do lado do bar ) não impede de forma alguma a mobilidade por entre a praça inclusive posso enviar fotos para comprovar o que falo. A sujeira a que se refere não é advinda dos bares pois após o o expediente todos varremos a área utilizada porém, a praça é enorme e livre para circulação e quem frequenta geralmente não recolhe o lixo descartando o mesmo em qualquer lugar da praça. Me referindo aqui somente ao boteco da praça e mineiro bar, os bares contribuem mensalmente para manter a praça limpa do mato que cresce ao redor, empregamos cerca de 20 pais de famílias que dependem da renda do bar para se manter, pagamos os impostos em dia, contribuímos para manter a praça ativa já que quando os bares fecham o consumo de drogas na praça escura se torna rotineiro. Trabalhamos juntos com a comunidade em pró de melhorar cada dias mais nossas relações e se de alguma forma estamos incomodando é o caso de nos reunirmos e ver o que pode ser feito para ambas partes ficarem satisfeitas, só discordo quando diz que um crime está sendo cometido quando na verdade somos só pais de família correndo atrás do pão de cada dia.

  • Nita disse:

    O problema da poluição sonora na Urbis está insustentável. E não é apenas na praça. No final da Urbis, no caminho 45 mesmo, tem morador que coloca a caixa de som na porta da casa e fica com o volume na maior altura até de madrugada, sem se preocupar com os vizinhos, fora os carros com que tem caixas de som e usam o volume alto também sem respeitar a lei do silêncio. Muitas vezes é preciso ligar para a polícia ambiental e a polícia, que dificilmente, resolve o problema. A lei do diu no bairro Hernane Sá não funciona.

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